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A SENDA FEMININA

Zulma Reyo
(revisão de artigo anterior)

Pela primeira vez, depois de cinco mil anos, estamos entrando em um grande ciclo feminino que durará muitos séculos. Vivemos em um tempo de escuridão e confusão que, na aparência, se assemelha à complexidade própria da mulher. Como ocorre com ela, o desenvolvimento nestes
tempos não é lógico nem formal. Consiste no domínio do incognoscível, do Caos Primordial.
Uma mulher está física e psiquicamente estruturada para se converter em uma adepta no manejo do fluxo e refluxo da criação, uma conexão de forças que ocorre diariamente.
As marcas da senda feminina nos ciclos anteriores se perderam sob os efeitos do tempo e da transformação física da terra. Hoje, cabe à mulher, em atitude de profunda afinidade, intuir as possibilidades de modificar radicalmente a si mesma, seu autoconceito e à sociedade em lugar de copiar o modelo masculino.
Antes e como consequência das necessidades do ciclo masculino, uma mulher aprendia em templos sobre sua natureza com as mulheres mais velhas, mantendo a tradição de uma Isis
“velada”. Hoje, esses véus caíram e Shekinah (o aspecto feminino da Kundalini) manifesta-se em todas as suas […]

UMA FORMA ESPECIAL DE RECORDAR

O amor abre portas que nunca se fecham

 

Surpreendo-me com frequência com a dificuldade que é para as pessoas recordarem como realmente se sentiram no passado, independentemente se a recordação é agradável ou desagradável.

A memória contém todos os tipos de impressões. Tendemos a distorce-las quando se trata de conteúdo emocional. A “memória” traduz-se geralmente através da superficialidade ou do anedótico e seleciona certos elementos. Mas, não lança luzes sobre a textura viva da experiência. As festas e reuniões são cenários especiais onde caímos neste tipo de forma de recordar, retratos dramáticos de recordações vividas ou imaginadas, transmitindo detalhes vivos, mas rasos. Os sentimentos ficam restritos a uma descrição vaga e sem realidade. Serve para entreter e a maioria das pessoas para por aí.

A qualidade da memória que ativamos tem a ver com a qualidade da atenção ou importância que damos à vida e ao significado da nossa viagem pessoal. A memória “normal” e superficial reduz a sensibilidade emocional e a sensibilidade da alma, limitando-a a associações intelectuais e a avaliações.

Fico triste com as pessoas que ignoram os sentimentos que […]

UN RECORDAR ESPECIAL

UNA FORMA ESPECIAL DE RECORDAR

El amor abre puertas que nunca se cierran

 

Me sorprende constantemente lo difícil que es para alguien recordar cómo realmente se sintió en el pasado, independientemente de si el recuerdo sea agradable o desagradable.

La memoria contiene todo tipo de impresiones. Tendemos a distorsionarlas cuando se trata de contenido emocional. La “memoria” se traduce generalmente en lo superficial o anecdótico y selecciona ciertos elementos pero no arroja luz sobre la textura viva de la experiencia. Las fiestas y reuniones son un escenario especial en donde caemos en este tipo de recordar, retratos dramáticos de recuerdos vividos o imaginados, transmitiendo detalles vivos pero planos. Los sentimientos están restringidos a una descripción vaga de juicio. Es entretenido y la mayoría de la gente se queda ahí.

La calidad de la memoria que activamos tiene que ver con la calidad de atención o importancia que colocamos en la vida y el significado de nuestro viaje personal. La memoria “normal” superficial reduce la sensibilidad emocional y la sensibilidad del alma, limitándola a las asociaciones intelectuales […]

Un llamado a mujeres ejecutivas y profesionales – FINAL Parte III

UN LLAMADO A MUJERES EJECUTIVAS Y PROFESIONALES – Parte III   (original 2013)

Lo que usualmente impide a una mujer descubrir y entonces alcanzar la plenitud es su envolvimiento emocional a menudo automático, con el mundo circundante.  Esta característica define su dificultad así como su inimitable fortaleza en el mundo energético, regido por la sensibilidad como herramienta, más rica y precisa que la intuición.

Nadie tiene el derecho a dictar lo que tú eres, lo que quieres, o de imponer una dirección a tu vida.  Esto lo determinas tú, basándote en una percepción clara de causas y efectos probables que colocas en movimiento.  Como prerrequisito a manejar tu mundo, esto implica el conocimiento consciente y deliberado y el manejo de tus propias energías.

El auto-dominio no ocurre con un comportamiento buenito; requiere trabajo duro al ir contra la corriente.  Consiste en clarear todo lo que no es verdadero en tu mundo, las creencias, las ilusiones, lo superficial, la obsesión con sensaciones puramente cutáneas y el vicio de la intensidad de emociones falsas.  Requiere que hagas un esfuerzo por salir del terreno conocido para […]

UM CHAMADO para AS MULHERES EXECUTIVAS – PARTE III FINAL

UM CHAMADO para AS MULHERES EXECUTIVAS – PARTE III FINAL

(Original de 2013)

 

 O que geralmente impede a mulher de descobrir e, então, alcançar a plenitude é seu envolvimento emocional, geralmente automático, com o mundo que a circunda. Esta característica define sua dificuldade, assim como a sua força, no mundo energético, regido pela sensibilidade como ferramenta que é mais rica e precisa do que a intuição.

 

Ninguém tem o direito de dizer o que você é, o que quer ou de impor uma direção para a sua vida. Isto deve ser determinado por você, baseando-se na percepção clara de causas e efeitos prováveis que você põe em movimento. Como pré-requisitos para manejar o mundo, são necessários o conhecimento consciente e deliberado e o manejo das suas próprias energias.

 

O autodomínio requer trabalho duro e que vai contra a corrente. Consiste em clarear tudo o que não é verdadeiro no mundo: as crenças, as ilusões, a superficialidade, a obsessão com as sensações da pele e o vício da intensidade das falsas emoções. Requer um esforço para sair do terreno conhecido e entrar no Real que, […]

AS LEIS DA VIDA – I

As leis da vida: série em quatro partes.

The Bird Madonna (La Mujer-Pájaro) by Elena Ray

Parte I: As criações humanas

Existe uma Fonte com muitas manifestações. A Consciência é Uma e todas as suas expressões a refletem com inteligência e júbilo sem limites. A manifestação na matéria, incluindo nossa própria identidade e as formas que nos rodeiam, é múltipla e adquire formas específicas determinadas pelo seu criador. Como seres humanos, criamos através da Consciência e vivemos de acordo com esta criação: como matéria ou como inteligência.

Ser humano sugere duas possibilidades. Pode se considerar um ser separado, um efeito das leis naturais, ou pode se considerar uma parte do todo, em sintonia com a Lei do Um (veja a série “Conhece-te”). Tanto a Lei Natural, que rege a matéria e a densidade, quanto a Lei do Um, que inspira a inteligência e governa o coração criterioso, expressam-se por meio da humanidade e constituem o complexo da sua natureza dual. A matéria congrega e a Consciência liberta. A questão é dominar as duas.

Criamos cada expressão pelos poderes dos nossos pensamentos, sentimentos e palavras […]

A EXCLUSIVIDADE

Todo o mundo quer “exclusividade”, um privilégio concedido a poucos selecionados. Pode ser um segredo ou uma oportunidade, pública ou privada, em uma relação, com o melhor amigo, com nosso filho. Debatemo-nos entre direitos e vantagens que implicam em pertencimento e importância. Queremos ser melhores do que os outros e cedemos a este estado por associação para que nossa grandeza possa ser reconhecida.

Crescemos envolvidos pela ideia de que merecemos um tratamento especial e, quando isto não acontece, ficamos paralisados. Uma vez obtido o tratamento especial, passamos a controlar as pessoas exatamente por causa disto. A exclusividade é contrária aos valores humanos e espirituais. Pertence ao mercado que comercializa produtos. Ansiando pela exclusividade, machucamos uma parte importante da nossa sensibilidade. Nós nos desconectamos de outros aspectos da vida e inflamos nosso ego, isolando-nos do grande oceano de unidade que define o Eu. Não queremos ver o egoísmo que isto envolve particularmente se aspirarmos a uma vida mais espiritual. Em vez de construir nosso caráter, separa-nos do mundo da normalidade onde a liberdade se encontra.  E é cruel. Somos seduzidos e nos vendemos por […]

A ESPIRITUALIDADE HOJE – II

A ESPIRITUALIDADE HOJE: Série em quatro partes

 (Texto baseado em conferência proferida na “Fundação Columbia”, Buenos Aires, Argentina, Outubro de 2014).

 SEGUNDA PARTE

Idealismo e dogma

Suponhamos que, no início, a humanidade era simples e respondia às necessidades físicas. Para as massas em desenvolvimento, a consciência espiritual estava muito distante da experiência material. A realidade era uma desesperada sobrevivência. A espiritualidade expressava-se como veneração ao milagroso. As pessoas destes tempos reverenciavam o que era irremediavelmente diferente delas. A experiência sensível Disto era esmagadora e intraduzível.

Surgiram duas modalidades fundamentais de prática espiritual que correspondiam à necessidade de encontrar sentido em meio ao bombardeio constante de sensações. As práticas voltaram-se para a força emocional entremeada com o pensar primitivo e a vitalidade física.  O caminho de “Bhakti” (devoção) atendia à necessidade de sentir abraço do princípio matriarcal. O yoga apareceu como representante da ordem e do sistema patriarcal, o comando e obediência à forma. Os verdadeiros mestres eram poucos e facilmente identificáveis pelas pessoas comuns através da fisionomia, estatura e colorido. Vinham da realidade de outro mundo.

Uma segunda civilização surgiu para compensar o fundamentalismo da primeira. […]

Un llamado a mujeres ejecutivas y profesionales – Parte II

LLAMADO A MUJERES EJECUTIVAS Y PROFESIONALES (original del 2013) – Parte II

 

 

La experiencia de un gran número de mujeres profesionales les dice que existe un techo, un límite impuesto que es transparente pero tangible, como cristal.  Limitadas por el esquema del ciclo actual masculino, se ven incapaces de ser ellas mismas y libres; sienten una necesidad imperiosa de romperlo.  El permiso que ahora otorga el poder reinante al “aprobar” mujeres en puestos ejecutivos e implementar lo que a su parecer son éticas “femeninas”, sólo refuerza el antiguo régimen que regula a las mujeres según un solo patrón, el de los hombres.  La única salida, aparentemente, es ir contra la corriente con la misma fuerza agresiva usada por la oposición.  Es un tira y afloja que sólo agota a las mujeres y no llega a ninguna parte

La ciencia nos dice que únicamente una fuerza superior puede vencer a otra.  La diferencia ha de ser en cualidad e intensidad.  Las mujeres poseen esa fuerza pero no la reconocen. En la actualidad, boxean con sus fantasmas, un almacén emocional de frustración femenina aglutinada […]

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